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Amazon planeja dispensar até 30 mil colaboradores em diferentes áreas da empresa.

Os desligamentos devem abranger diversos setores da empresa, incluindo as áreas de logística, meios de pagamento e a divisão de computação em nuvem (AWS).

A Amazon (AMZO34) deverá demitir até 30 mil funcionários a partir da próxima terça-feira (28), poucos dias antes da divulgação dos resultados referentes ao terceiro trimestre. Segundo informações da agência Reuters, o movimento faz parte de um plano para reduzir custos operacionais e ajustar o quadro de pessoal após as contratações em massa realizadas durante a pandemia, período em que a empresa registrou forte aumento na demanda por compras online.

Os cortes devem abranger diferentes departamentos, incluindo as áreas de logística, pagamentos e a divisão de computação em nuvem (AWS).

Atualmente, a Amazon emprega cerca de 1,5 milhão de pessoas em todo o mundo, sendo a maior parte delas alocada em centros de distribuição e operações logísticas. Aproximadamente 350 mil funcionários ocupam cargos corporativos, segmento que, segundo fontes, deve concentrar a maior parte das demissões.

Este deve representar o maior ciclo de demissões da Amazon desde o período entre o final de 2022 e o início de 2023, quando aproximadamente 27 mil empregados foram desligados em uma série de cortes que ficaram conhecidos como os “layoffs” da companhia.

Na ocasião, o CEO Andy Jassy divulgou uma carta aos funcionários confirmando a decisão de “eliminar funções adicionais”, após o vazamento do plano de demissões para a imprensa.

No comunicado, Jassy lamentou os cortes e reconheceu a dificuldade enfrentada pelos colaboradores impactados. “Estamos trabalhando para oferecer suporte aos profissionais afetados e forneceremos pacotes de benefícios que incluem remuneração adicional, seguro de saúde temporário e assistência externa para recolocação profissional”, afirmou à época.

Inteligência artificial

Cerca de três meses atrás, Andy Jassy já havia indicado a possibilidade de novos cortes de pessoal. Em comunicado interno, o executivo afirmou que a ampliação do uso de inteligência artificial tornaria natural uma redução gradual no quadro de funcionários.

“É difícil prever exatamente onde esse impacto será percebido ao longo do tempo, mas, nos próximos anos, esperamos uma diminuição em nossa força de trabalho corporativa, à medida que alcançarmos maiores ganhos de eficiência com o uso mais amplo da IA em toda a companhia”, escreveu Jassy.

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